Disk Denuncia
NÃO FIQUE CALADO, DENUNCIE
Você conhece o 156?
Ele é uma ouvidoria(GRATUITA), utilizada por todas as prefeituras brasileiras para receber RECLAMAÇÕES, DENÚNCIAS, dos cidadãos sobre questões de ordem municipal, ou seja...
ACESSIBILIDADE, SAÚDE, TRANSPORTE, INFRA ESTRUTURA, LIMPEZA e etc...
O "PORTAL 156" como é conhecido normalmente funciona 24h, e em algumas cidades (SP é um exemplo) tem até app, ele é um bom serviço de pronto atendimento e pós atendimento, sempre em até 30 dias existe o retorno da ouvidoria(156) que é excelente.
DENUNCIE, só iremos melhorar se também fizermos nossa parte, não fique calado, É NOSSO DIREITO
Inclusão , integração, segregação e exclusão
Essa imagem apresenta os 4 cenários da sociedade, retratos que demonstram como lidamos ou não com pessoas com mobilidade reduzida (casa, trabalho, vida social e lazer).
No geral, acreditamos que a integração(imagem), é o suficiente, e que resolve. Não é porque você esta dando acesso ao ambiente ( ex: rampa de acesso, ou piso tátil) que você esta permitindo a inclusão.
Temos no imaginário que a integração é o suficiente para fazer a inclusão social. Porém, integração pode ser considerado "tampar o Sol com a peneira".
Demonstra tanto a falta de conhecimento de legislação (para o estabelecimento comercial ou residencial) quanto a falta de integração plena, diminuindo os abismos entre uma sociedade pobre de politicas públicas de inclusão, e um plano maior de conhecimento das leis.
inclusão é quando você tem a miscigenação do espaço, quando você não consegue perceber a diferença entre indivíduos, não caracterizando um espaço apenas para um tipo de pessoa, mas o layout seja igual para todos, independente das diferenças.
Fiuk sem medicamentos no BBB21
Critérios para o diagnóstico do TDAH:
Para fazer o diagnóstico é preciso que o paciente infantil tenha no mínimo seis sintomas que caracterizem o TDAH. Além disso é preciso que esses sintomas sejam fortes e frequentes para afetar negativamente o funcionamento em pelo menos 2 aspectos da vida como acadêmico eu familiar os sintomas de déficit de atenção ou hiperatividade devem estar presente em pelo menos 6 meses recorrente. Até recentemente pessoas com transtorno de espectro autista não podiam receber um diagnóstico de TDHA mesmo que apresentassem todos os sintomas porém uma revisão dos critérios do diagnóstico abriu-se a possibilidade de diagnosticar ambos as possibilidades em pacientes.
Quando se fala em TDHA as pessoas pensam principalmente na irritabilidade e logo imagino a questão da pessoa inquieta entretanto são três sintomas centrais a desatenção, a hiperatividade e a Impulsividade
É interessante dividir as formas de tratamentos em medicamentosos e não medicamentoso os dois primeiros são aqueles com eficácia comprovada, segundo a ciência eles foram estudados por meio de pesquisas e ensaios clínicos. Já os métodos de tratamento alternativo não tem comprovação científica, porém muitos deles se tiverem um acompanhamento clínico, ou seja médico fazem muito bem e pode trazer benefícios aos pacientes. Inúmeros estudos científicos demonstram que o tratamento medicamentoso é o mais eficaz em combater os sintomas na condição de combater tanto desejo desatenção quanto a hiperatividade de quem tem TDAH. Cerca de 70-80% das crianças e adolescentes tem grande melhora com o tratamento medicamentoso feito de forma correta sob orientação médica, os riscos diminuem muito e os benefícios aumentam substancialmente.
Então como não correr o risco de ficar sem medicamentos em hipótese alguma se ele fará tão bem?
O paciente com TDHA é perante a lei um PCD, portanto usufrui de todas as garantias que a LBI(lei brasileira de inclusão) concede. É possível desde meados de março/2020 você pegar remédio de uso CONTÍNUO, ou seja, que a pessoa tem a necessidade clínica/orgânica para seu bem estar e melhora clínica sem maiores burocracias.
Basta você ir a uma farmácia e apresentar a receita que tenha a prescrição de forma adequada, aqui vale uma observação(caso o médico não ponha na receita, “uso continuo” peça a ele que coloque, ou em ultimo caso leve a anterior), a mesma receita terá validade de 6meses, ou seja você poderá usa-lá 3 vezes.
A medida que primeiramente foi feita através de portaria do Ministério da Saúde, também foi aprovada na forma de Lei 14.028. A lei é para beneficiar qualquer pessoa que faça uso de remédio continuo/ longo prazo enquanto perdurarem as medidas de isolamento por conta da pandemia. A medida se estende também a medicamentos odontológicos.
Portanto você usa remédio de forma contínua ou tem algum ente que usa, não precisa se desesperar é possível pegar remédio sem maiores problemas e focar na evolução do tratamento.
Video abaixo: COMO CONSEGUIR MEDICAMENTO SEM PRECISAR DE RECEITA
Alvo de memes no "BBB21", Fiuk foi defendido pela equipe que cuida de suas redes sociais e Pela irmã Cléo. Segundo os responsáveis, o irmão de Cleo, que também afirmou em entrevista que tem TDHA, foi diagnosticado com TDHA e não vem fazendo uso de medicamentos de uso continuo que seria necessário para seu tratamento.
O que é o transtorno e déficit de atenção com hiperatividade (TDHA)?
O transtorno de déficit de atenção com hiperatividade, o TDAH é um distúrbio de desenvolvimento do cérebro que interfere com funcionamento de algumas capacidades como a cognitivas, como atenção e a concentração e também o auto controle e etc… Os sintomas aparecem em geral antes dos sete anos mas podem ser notados até a idade dos 12 anos quando as demandas escolares são maiores e a deficiência aparece com maior clareza.
GREGOS FORAM OS PRIMEIROS A CRIAR RAMPAS DE ACESSO PARA DEFICIENTES, APONTA ESTUDO
A partir de documentos e achados históricos, uma arqueóloga sugere que antigos templos gregos possuíam adaptações para pessoas com mobilidade reduzida, há 2,4 mil anos
Enquanto observava grandes assentamentos gregos, uma arqueóloga norte-americana notou algo que, anteriormente, havia passado despercebido. A partir das estruturas escavadas, ela acredita ter encontrado os primeiros acessos para deficientes da história.
Segundo os estudos de Debby Sneed, da Universidade Estadual da Califórnia, os gregos possivelmente foram os primeiros a construir rampas de acesso para pessoas com deficiência, há 2,4 mil anos. Nesse sentido, a cientista encontrou cerca de 11 pequenas estruturas de pedra, posicionadas nas entradas de um santuário de cura.
Construído em meados do século 6 a.C., o local sagrado era provavelmente bastante frequentado por deficientes, pedindo por alguma cura divina. Oferendas encontradas em outros assentamentos apoiam essa teoria, já que são peças em formatos de pernas e pés, sugerindo que as pessoas pediam por cura nessas partes do corpo.
Ainda mais, Debby afirma que achados da Grécia Antiga apresentam muitos sinais de uma população repleta de deficientes — 60% dos fósseis encontrados em Anfípolis, uma cidade antiga, tinham osteoartrite, por exemplo. Até mesmo o deus Hefesto foi representado em algumas obras com uma mobilidade reduzida, usando muletas.
Dessa forma, é bastante possível que templos e outros edifícios gregos contassem com rampas de acesso.
Anteriormente, no entanto, segundo Debby, os arqueólogos pensavam que as estruturas retangulares eram algum tipo de altar de sacrifício. Já em Epidauro, onde ficava o maior santuário dedicado a Esculápio, deus da medicina e da cura, os principais edifícios que compunham o templo tinham acesso, como rampas. É claro que em 400 a.C. ainda não existiam cadeiras de rodas, mas a ideia era facilitar o acesso de grávidas, idosos, pessoas com muletas, bengalas ou qualquer outra dificuldade de locomoção, que iam pedir ajuda ou prestar suas homenagens ao deus.
Gregos pioneiros na acessibilidade
O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação lançou um portal exclusivo na internet para usuários do programa Passe Livre, que assegura a pessoas com deficiência e de baixa renda o direito de gratuidade no transporte rodoviário interestadual.
O cartão que dá acesso ao benefício, em vigor há cinco anos, só podia ser solicitado mediante o envio de formulário e documentação pelos Correios.
Com a nova funcionalidade, que está adaptada aos principais padrões de acessibilidade na rede, atuais beneficiários e pessoas que têm direito à inclusão no programa também terão a possibilidade de fazer a adesão e a renovação online. O andamento dos pedidos poderá ser acompanhado no site. O serviço de inscrição com o envio de formulário pelos Correios será mantido.
O atleta Francisco Fábio, morador de Ceilândia, no Distrito Federal, é usuário do programa há três anos. Cadeirante, ele recebe pensão de um salário mínimo do INSS e costuma viajar três vezes por ano utilizando o Passe Livre. "Na questão financeira, [o benefício] ajuda muito, porque não é toda hora que a gente tem dinheiro suficiente pra comprar passagem. É uma forma de inclusão", afirma.Em pouco mais de três meses, Francisco vai precisar renovar a validade do cartão no programa, e a possibilidade de fazer tudo pelo computador agradou. "É bem melhor, não precisa ficar saindo de casa pra resolver esse tipo de burocracia. Para quem é cadeirante como eu, facilita muito a vida".
Atualmente, o Passe Livre beneficia 200 mil brasileiros, mas o potencial é de atender a pelo menos 2,5 milhões de pessoas, segundo estimativas do cadastro de Benefício de Prestação Continuada (BPC) do Ministério da Previdência Social. Têm direito a solicitar a gratuidade portadores de deficiência física, mental, auditiva, visual, múltipla, com ostomia ou doença renal crônica, e cuja renda média da família seja de no máximo um salário mínimo por pessoa. O Ministério dos Transportes diz que emite cerca de 8 mil cartões do programa por mês.
Integrante do Coletivo de Mulheres com Deficiência no Distrito Federal, Agna Cruz, que também é cadeirante, elogiou o portal do programa Passe Livre na internet. "De fato, a navegação é muito fácil e intuitiva".
O site traz soluções como leitor de tela para cegos e pessoas com deficiência visual parcial, além de tradutor de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) para deficientes auditivos. O layout também tem linguagem simples, em tópicos e cores para identificar os menus de informação. Usuária do Passe Livre há sete anos, Agna conta que o benefício foi importante para custear seu tratamento médico no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, quando ela ainda morava em sua cidade natal, Porto Seguro (BA). "Durante muitos anos, vinha de ônibus fazer o tratamento para mobilidade na Rede Sarah, em Brasília", explica.
Mesmo com a nova funcionalidade, usuários do Passe Livre também reclamam de problemas para conseguir passagem. Por lei, toda empresa de transporte coletivo rodoviário interestadual é obrigada a reservar dois assentos por viagem, em veículo convencional (a exigência não vale para ônibus do tipo leito). Lendomar de Souza, 61 anos, que tem mobilidade reduzida e vive em Samabaia, no DF, afirma que não usa o serviço há vários anos porque simplesmente não consegue o agendamento com as empresas de transporte. "Eles (empresas) alegam que não têm vaga e que é preciso agenda com 15, 20 dias de antecedência. Aí a gente acaba desistindo de usar o cartão e paga a passagem do bolso",
lamenta.
Francisco Fábio, morador da Ceilândia, conta já ter tido experiências negativas ao tentar marcar uma passagem. "Em uma viagem para o interior do Ceará, para visitar parentes, a empresa disse que teríamos que solicitar com 15 dias de antecedência. Fomos no guichê da empresa, no terminal rodoviário, na data estipulada e disseram que teria que ser com 45 dias de antecedência, aí acabamos pagando do próprio bolso a passagem", relata. O jovem atleta, que vive com um salário mínimo, acabou tendo que desembolsar R$ 390 para fazer a viagem com a mãe.
Segundo o Ministério dos Transportes, o usuário que se sentir lesado pela empresa deve procurar um posto da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), no próprio terminal rodoviário, ou ligar para o 166. Também é possível acionar diretamente os responsáveis pelo programa Passe Livre no ministério, por e-mail ou pelo telefone (61/3329-9098).
Outro problema enfrentando pelas pessoas com deficiência no transporte interestadual é a falta de acessibilidade nos terminais rodoviários e nos próprios veículos. A principal reclamação é a falta de equipamento adequado, como plataformas elevatórias ou piso baixo para embarque e desembarque. "Eu sou uma mulher cadeirante e sempre que vou viajar preciso ser carregada por algum funcionário da empresa ou motorista. Isso para a mulher é pior, expõe ainda mais nossa vulnerabilidade. A gente acaba tendo que viajar quase sempre acompanhada pelo marido ou pelo filho", reclama Agna Cruz, do Coletivo de Mulheres com Deficiência no DF.
De acordo com a ANTT, as transportadoras de passageiros de serviços interestaduais e internacionais são obrigadas a garantir o embarque ou desembarque de pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, por meio de veículos que tenham piso baixo ou piso alto, com plataformas elevatórias. Elas também precisam dispor de cadeira de transbordo. As especificações são definidas pelo Inmetro e a fiscalização compete à própria agência. Qualquer irregularidade observada pelos passageiros pode ser informada à Ouvidoria da ANTT pelo 166 ou por e-mail.
VOCÊ SENDO PORTADOR DE MOBILIDADE REDUZIDA É POSSÍVEL ANDAR DE AVIÃO VOCÊ E UM ACOMPANHANTE PAGANDO APENAS 20% DO VALOR
Essa discussão é antiga, porém desde 2015-abril, é possível você obter passagem gratuita sem contestação. De onde tiramos isso? da Lei 8.899/94- que trata da lei do Passe Livre e de uma jurisprudência concedida a uma Advogada paraplégica esse direito.
‘‘Querer limitar a expressão ‘transporte coletivo interestadual’ aos transportes rodoviário, ferroviário e aquaviário, sem que a regulamentação possa incidir sobre os transportes aéreos, é fazer tábula rasa aos preceitos esculpidos na Constituição Federal, em especial aos direitos fundamentais nela relacionados”.
Hoje em dia o PL 1.252/2019 corrobora essa jurisprudência e está muito próximo de entrar em vigor
A lei do Passe livre também concede desconto de 80% ao acompanhante da pessoa com Mobilidade reduzida.
EXIJA DA CIA ÁEREA SEUS DIREITOS!
Portal Para Viagens- PASSE LIVRE!
Autistas não precisam usar máscara durante pandemia, mas será isso mesmo? Muito tem se falado sobre a decisão do governo do estado, em desobrigar o uso de máscara para portadores de transtornos psicossociais e deficiência neurológicas - aqui cabe uma observação, cada estado está legislando a respeito do tema - , mas o que pouco estamos vendo se falar é sobre a necessidade deste grupo de pessoas saírem de casa durante da quarentena do Covid-19.
Para este grupo, desde que tenha esse diagnóstico médico(precisa o uso da carteirinha nacional do TEA no caso de DG Autismo), fica facultativo o uso da máscara, que é hoje um dos principais meios de prevenção do COVID-19;
Mas portadores de MOBILIDADE REDUZIDA (Idosos, autistas, def, pessoas com comorbidades e crianças em geral) precisam mesmo ir à supermercados, lojas, farmácias, shoppinhg e etc....?
Estabelecimentos comercias estão fazendo a entrega de mercadorias, das suas compras que podem ser adquiridas via whatsapp (por exemplo) justamente para que você não precise expor sua SAÚDE e a SAÚDE de quem você AMA caso não haja como deixa-lo em casa (alegação da maioria dos pais e realidades de muitas famílias), e isso não se deve pelo estabelecimento ser “bacana” e sim por comprimento da LBI e normas regulamentadoras, dando acessibilidade e trazendo inclusão à todos de forma plena.
Todas cidades brasileiras contam com serviço de entrega. E não tem DESCULPA, todos os serviços citados tem canais digitais, você pode pedir por telefone, por whatsapp, pelo site e tudo sem acréscimo no preço. SIMMM! A MAIORIA ESTÁ CUMPRINDO A LEI DE FORMA INTEGRAL.
Aqui vale uma observação: lojas de shopping’s também tem se informado da lei, e cumprido a LBI.
Nós do ADEQUANDO REALIDADES já usufruímos desse DIREITO desde abril/2020, não tem DESCULPA, use seu DIREITO.
Compras entregues em casa